segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Vai uma Maria-mole aí?

  
Técnicos batizam novas oportunidades exploratórias com nomes informais e curiosos

Brigadeiro, Pé-de-Moleque, Quindim e Pudim estão entre as preocupações dos nossos geólogos e geofísicos. Esclarecendo: são nomes temporários para  oportunidades ou prospectos exploratórios (área potencial para descoberta de acumulação de óleo e/ou gás) na área conhecida como Parque dos Doces, na Bacia do Espírito Santo. São nomes informais que precedem as   descobertas e declarações de comercialidade dos campos.

Como cumprimento à regra estabelecida pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), quando declaramos que um campo marítimo é comercial, passamos a adotar um nome da fauna marinha da região para denominá-lo. Os campos terrestres, após a declaração de comercialidade, são denominados com nomes de aves brasileiras. Até aí, vale a criatividade e liberdade permitida ao técnico que denomina a área promissora.

As oportunidades exploratórias  recebem nomes fortes ou pitorescos para identificá-las mais rapidamente e mantê-las na lembrança. Isso evita   que áreas distintas recebam o mesmo nome como, por exemplo, “Loc A”. Por isso, surgiram São Bernardo e Labrador, na área denominada de Parque dos Cachorros, no Espírito Santo, e Anta e Capivara, no norte na Bacia de Campos. Tupi, por exemplo, foi um nome provisório para a acumulação do pré-sal da Bacia de Santos que tornou-se o campo de Lula. Há também os casos em que os blocos recebem o nome de uma localidade próxima, como no sul da Bahia, com as denominações Salvador, Itacaré e Ilha Grande.

Da redação com Petrobrás – Imagem ilustrativa do blog Receitas da Dony    


Veja aqui a receita de maria-mole