29 maio 2017

Kennedy faria hoje 100 anos e o apelido está bem vivo


A 22 de novembro de 1963 os tiros disparados por Lee Harvey Oswald que atingiram a limusina onde seguia John F. Kennedy e a mulher, Jackie em pleno centro de Dallas, no Texas, deixaram a América e o mundo em choque. Horas depois confirmava-se o pior: o presidente estava morto. A primeira dama, ainda com o tailleur rosa ensanguentado entrava no Air Force One onde o vice-presidente Lyndon Johnson punha a mão sobre a Bíblia e jurava como 36.º presidente dos Estados Unidos.



Aos 24 anos, Jack Schlossberg, o único neto do presidente assassinado em 1963 fez o seu primeiro discurso televisivo no início do mês e muitos veem-no como herdeiro político do avô. Mas não é o único com ambições na família.
JFK, como era conhecido, governara pouco mais de mil dias até à sua morte. Mas fosse porque era jovem (tinha 46 anos quando foi assassinado), rico, bem-parecido, porque tinha uma mulher bonita e uma família com dois filhos pequenos, ou porque era um heróis de guerra, condecorado com uma Purple Heart, ou porque ganhara o prémio Pullitzer com o seu livro Retratos de Coragem, ou porque durante o seu curto mandato a Guerra Fria esteve muito muito perto de uma confronto no terreno, sobretudo durante a crise dos mísseis de Cuba, a verdade é que Kennedy continua a surgir na lista dos melhores presidentes dos EUA. Pelo menos nas que têm em conta a opinião dos americanos.
A tragédia pessoal, é certo, não será alheia ao mito que se gerou em torno de Kennedy. O irmão Joe, em que o pai depositava todas as esperanças para chegar à presidência, morreu na II Guerra Mundial. JFK foi assassinado antes do fim do primeiro mandato. O mesmo aconteceu ao irmão, Robert, durante a campanha para as presidenciais de 1968. O próprio filho de Kennedy, John Jr (ou John John) morreu em 1999, com 38 anos, quando pilotava um pequeno avião privado a caminho de Martha's Vineyard.
A irmã, Caroline, única filha de JFK demorou, mas acabou por seguir as pisadas do pai e dos tios - Ted Kennedy foi senador durante décadas, até à sua morte em 2009. Advogada de profissão, foi embaixadora no Japão até janeiro deste ano.
Mas é no único filho de Caroline - tem também duas filhas - que muitos depositam a esperança de voltar a ver um Kennedy em altos cargos políticos. Jack Schlossberg prepara-se para seguir Direito em Harvard, mas numa entrevista televisiva que deu ao lado da mãe, garantiu: "Sinto-me inspirado pelo legado de serviço público da minha família. É algo de que me orgulho muito".
Mas há mais elementos da família que já seguiram esse legado político. É o caso de Joe Kennedy, neto de Robert e membro da Câmara dos Representantes pelo Massachusetts desde 2013. Já Chris Kennedy, um dos 11 filhos de Robert Kennedy, empresário de sucesso, é candidato a governador do Illinóis
Já Ted Kennedy Jr, o filho do irmão mais novo de John e Robert, é neste momento congressista estadual no Connecticut e o seu nome é falado para governador daquele estado.
Assista abaixo o discurso que resultou na morte de John F. Kennedy no qual, o presidente Kennedy denunciou os planos dos Illuminati para instalar a Nova Ordem Mundial e declarou abertamente que iria combater os planos deles


Fontes: DN, Wikipedia e Youtube

Assista o filme JFK a história não contada clicando aqui >>>

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